Pilares na visão da médica

  • Tratamento da obesidade com método
  • Cirurgia quando indicada, sem romantização
  • Hérnia e vesícula tratadas com precisão
  • Tecnologia laparoscópica e robótica

Prevenção como sinônimo de organização

Check-ups vazios de contexto geram exames demais e conclusões de menos. O modelo da Dra. Aglaupe Pereira parte da história: tabagismo, álcool, refluxo, história familiar de câncer digestivo, uso de anti-inflamatório crônico — antes de pedir “pacote premium” sem necessidade.

Check-up digestivo-cirúrgico

Para quem tem história de pedra, hérnia ou obesidade, uma avaliação programada evita urgências.

Quem se beneficia especialmente

  • Pacientes com múltiplas comorbidades e polifarmácia — onde perda de peso mexe com doses.
  • Pós-operados bariátricos em outro serviço que buscam continuidade com gastrocirurgiã experiente na Clínica ELEVEN.
  • Portadores de hérnia pequena assintomática que desejam orientação sobre esportes ou viagens longas.

Por que a abordagem dela é integrada

Porque digestivo, metabolismo e qualidade de vida não se separam no consultório da Dra. Aglaupe Pereira.

Doença cardiovascular e eixo digestivo

Esteato-hepatite, síndrome metabólica e obesidade aceleram risco global. Tratar peso é, em muitos casos, tratar risco futuro — com pragmatismo e prazo realista.

O que costuma entrar no “check-up metabólico e digestivo”

  1. Mapeamento de sintomas digestivos (azia, empachamento, dor, intestino) e impacto funcional.
  2. Revisão de peso, pressão, sono e histórico familiar/metabólico.
  3. Discussão de exames por objetivo (fígado gorduroso, risco cardiometabólico, causas de desconforto).
  4. Plano com metas graduais e acompanhamento (clínico e, quando indicado, cirúrgico).

FAQ (perguntas comuns)

Dá para melhorar metabolismo sem promessas irreais?

Sim: com estratégia, consistência e monitoramento. O objetivo é reduzir risco e aumentar qualidade de vida.

Fígado gorduroso é sempre grave?

Não, mas pode evoluir. Por isso vale estratificar risco e acompanhar com exames e mudanças sustentáveis.

Quando considerar tratamento cirúrgico?

Quando o risco de manter a doença supera o risco do procedimento, após avaliação individual e preparo adequado.

Acompanhamento pós-tratamento é obrigatório?

É o que sustenta o resultado: reduz recidiva, identifica deficiências cedo e ajusta o plano ao longo do tempo.

Próximos passos

  • Defina o que mais te limita hoje (dor, cansaço, sono, mobilidade, refluxo).
  • Traga histórico de tentativas anteriores e o que funcionou/fracassou.
  • Combine metas de curto prazo (2–4 semanas) com metas de médio prazo (3–6 meses).

Conteúdo educativo. Avaliação e conduta são individualizadas em consulta.